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Lançamento de Livro Infantil sobre Inclusão e Surdez em Patos

Maria Clara, jovem escritora de 17 anos, lançou seu segundo livro, 'Mãos que Falam e Transformam', em evento que promoveu a inclusão e a acessibilidade para surdos.
Foto: Divulgação / @funescultural

Na última sexta-feira, um evento significativo para a literatura e a inclusão ocorreu em Patos, na Paraíba. A jovem escritora Maria Clara, de apenas 17 anos, apresentou seu livro infantil 'Mãos que Falam e Transformam' no auditório da Fundação Ernani Sátyro (Funes).

A obra aborda a surdez de maneira sensível, contando a história de Cecília, uma menina surda que, com o apoio da família e da escola, enfrenta desafios e supera dificuldades.

O lançamento reuniu familiares, amigos e educadores, e incluiu discursos emocionantes sobre o processo criativo. Para garantir acessibilidade, um intérprete de Libras esteve presente, alinhando-se à mensagem de inclusão do livro.

Maria Clara expressou sua alegria em compartilhar mais uma conquista literária, ressaltando que este é seu segundo livro e o primeiro voltado ao público infantil. Ela enfatizou a importância de transmitir valores como amor, respeito e inclusão.

Cresci em uma família que sempre me incentivou a ler, estudar e colocar minhas ideias no papel. Esse apoio diário foi fundamental para que eu pudesse realizar meus sonhos — destacou a autora.

A jovem também mencionou seu irmão, João Miguel, como uma fonte de inspiração que a motivou a compartilhar suas histórias.

A mãe de Maria Clara, Alexandra Marques, expressou seu orgulho ao ver a filha lançar seu segundo livro, especialmente o primeiro voltado ao público infantil, afirmando que é gratificante saber que sua voz poderá impactar muitas pessoas.

A ex-professora de Maria Clara, Roberta Freitas, também esteve presente e comentou sobre a alegria de ter contribuído para a formação da jovem escritora.

A irmã Aparecida, madre superiora do Colégio Cristo Rei, onde Maria Clara estudou, destacou a satisfação de ver uma ex-aluna se destacando na literatura.

O evento não apenas incentivou a leitura e a produção literária, mas também reforçou a importância da inclusão e do respeito às diferenças, temas centrais da obra da jovem autora.

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