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Pollyanna Dutra avalia convite de Lula para filiação ao PT

A secretária Pollyanna Dutra comentou o convite de Lula para se filiar ao PT e destacou que a decisão será discutida com o grupo político liderado por João Azevêdo.
Foto: Polêmica Paraíba

A secretária de Estado do Desenvolvimento Humano da Paraíba, Pollyanna Dutra, abordou o convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para que ela se filie ao Partido dos Trabalhadores (PT) e concorra nas eleições de 2026. A declaração foi feita durante uma entrevista ao programa Hora H.

Pollyanna revelou que o convite foi feito durante um encontro recente com Lula em Salvador, durante um evento do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Contudo, a secretária enfatizou que sua decisão não se baseará apenas nesse convite, mas sim em um projeto político que envolve várias legendas no estado.

Ela afirmou:

Não é um partido que vai definir a minha posição, mas um agrupamento, um conjunto, um modelo de projeto que deu certo. Esse projeto reúne PT, PSB, PP e Republicanos e tem feito bem à Paraíba.

A secretária destacou que qualquer decisão sobre sua filiação ou candidatura será debatida com o grupo político que apoia o governo estadual, liderado por João Azevêdo e o vice-governador Lucas Ribeiro.

João Azevêdo, que é a liderança maior neste momento, junto com Lucas Ribeiro, vai dialogar conosco para definir onde esse projeto se fortalece mais — disse.

Pré-candidata à Câmara Federal em 2026, Pollyanna expressou sua intenção de levar para Brasília a defesa do modelo de gestão do governo estadual. Ela mencionou programas como o Opera Paraíba e iniciativas sociais voltadas para segurança alimentar e geração de oportunidades como exemplos de políticas públicas que devem ser ampliadas.

Esse foi um governo transformador que mudou a vida de muita gente na Paraíba. Agora é o momento de ampliar o alcance social desse crescimento econômico e garantir que ele chegue aos mais pobres — afirmou.

Pollyanna também ressaltou sua intenção de atuar no Congresso Nacional para apoiar as políticas do governo federal e aumentar investimentos em áreas sociais.

Para o presidente Lula governar lá em Brasília, é preciso que existam vozes no Congresso que sustentem essas políticas públicas — concluiu.

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