Durante a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, Aline Cabral, ex-secretária da autarquia, negou ter realizado pagamentos a Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores.
Além de negar os pagamentos, Aline Cabral também afirmou que não emitiu passagens para Lulinha. As declarações foram feitas em um momento em que a CPMI investiga supostas irregularidades e favorecimentos dentro do INSS.
As investigações da CPMI envolvem a análise de documentos e depoimentos que buscam esclarecer as relações entre o INSS e outros indivíduos, incluindo membros da família do presidente.
Aline Cabral, ao prestar seu depoimento, se posicionou de forma clara sobre as acusações, reforçando que não houve qualquer tipo de transação financeira ou benefício concedido a Lulinha.