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Ministras e familiares se reúnem em ato contra feminicídio em São Paulo

Ministras e familiares se reúnem em ato contra o feminicídio em São Paulo, destacando a urgência da segurança feminina.
Foto: Bruno Santos/Folhapress

Um ato contra o feminicídio ocorreu na zona norte de São Paulo, reunindo ministras e a família de Tainara Souza Santos, 31 anos, que foi vítima de uma agressão fatal. O evento teve como objetivo chamar a atenção para a violência contra as mulheres e a impunidade que muitas vezes acompanha esses crimes.

Solange dos Santos, 33 anos, vizinha de Tainara, compartilhou sua experiência ao falar sobre a violência de gênero na comunidade. Ela relatou ter sido agredida por seu ex-namorado e expressou a sensação de insegurança que muitas mulheres sentem em sua área. 'Aqui onde a gente mora, os homens acham que podem fazer o que quiser. Eles fazem porque sabem que não vai dar em nada', afirmou Solange.

Tainara foi atropelada e arrastada por um quilômetro por Douglas Alves da Silva, em novembro de 2025. Após o acidente, ela passou quase um mês internada no Hospital das Clínicas, mas infelizmente faleceu em dezembro do mesmo ano. O caso gerou comoção e mobilização em torno da questão do feminicídio no Brasil.

O ato, que contou com a presença de representantes do governo e da sociedade civil, busca não apenas homenagear Tainara, mas também promover uma discussão mais ampla sobre a violência contra as mulheres e a necessidade de ações efetivas para combater esse problema. A mobilização é um reflexo da urgência em lidar com a questão da segurança feminina no país.

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